O IMC é um índice desenvolvido por estudos científicos que relacionam o peso e a estatura com o estado nutricional. Este índice não considera a composição corporal (quantidade de massa muscular, massa gorda, nível de hidratação e outros), por esse motivo não é uma forma adequada de avaliação de atletas que normalmente tem uma grande quantidade de massa muscular. Para uma melhor avaliação esse índice deve ser somado à outros métodos de avaliação como a relação cintura quadril e avaliação do percentual de gordura.
O cálculo do peso ideal deveria ser feito, idealmente, através da medida do percentual de gordura corporal, que pode ser obtida por métodos como a bioimpedância ou pela medida das dobras cutâneas*. Como na maioria dos casos estes métodos não estão disponíveis, o índice de massa corporal tem sido largamente utilizado para determinar a faixa ideal de peso.
O IMC relaciona o peso e a altura do avaliado a fim de verificar se o mesmo excede ao da média da população. Apesar de não discriminar os componentes gordos e magros da massa corporal total, é o método mais prático para avaliar o grau de risco associado à obesidade. Este índice pode ser obtido dividindo-se o peso corporal pelo quadrado da altura em metros. Ele serve como apenas como um parâmetro de comparação!
ÍNDICE DE MASSA CORPORAL= PESO (em kg) / (ALTURA em metros) 2
Maiores informações sobre medidas das dobras cutâneas:
http://www.avaliacaofisica.com.br/si/site/021210
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Saude! com Dr. Esportes
No vídeo, Dr. Esportes ensina à criançada as três regras de ouro: boa alimentação, prática de exercícios e higiene!!! Assistam...
Atrás de uma vida saudável? Tarefas diárias podem ser atividades físicas Estudo publicado por revista diz que movimentos, como, por exemplo, subir escadas, arrumar a cama e abrir a janela, são boas formas de se exercitar.
GloboEsporte.com
Enquanto usava o mouse para entrar na matéria, você já estava fazendo uma espécie de atividade física e nem sabia. Pelo menos é o que garante um estudo publicado recentemente pela revista "Medicine & Science in Sports & Exercise". A pesquisa diz que movimentos cotidianos, como dar banho em crianças, subir escadas, arrumar a cama, balançar as pernas, abrir a janela e cozinhar, podem ser considerados exercícios ou, como a própria publicação define, atividades físicas incidentais.
A publicação pode ser um alento para as pessoas que se exercitam pouco. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, o número de sedentários caiu de 29,4% em 2006 para 26,3% em 2008. Embora esteja em queda, esse valor ainda é considerado alto - e perigoso.
- O sedentarismo aumenta o risco para doenças cardiovasculares, a chance de uma pessoa desenvolver câncer e problemas ortopédicos - diz o médico do esporte Mauro Dinato, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Segundo a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), a pessoa deve praticar uma atividade física leve ou moderada ao menos cinco vezes por semana, com exercícios de duração de 20 minutos. Existe também a opção de atividades mais intensas, que pode ser feitas em três dias diferentes.
- Caminhada, musculação, hidroginástica, natação, ciclismo e vôlei podem ser consideradas atividades leves ou moderadas. Já corrida, ginástica aeróbica, futebol, basquete e tênis, por exemplo, entram como vigorosas. Mas é importantíssimo salientar que, dependendo do ímpeto aplicado pelo seu praticante, a caminhada pode ser vigorosa e o futebol pode ser leve - acrescenta o médico.
Mauro, por sua vez, vê cabimento no estudo e diz que é possível que movimentos cotidianos possam ser considerados atividades físicas. Para isso, algumas comodidades da vida moderna precisariam ser deixadas de lado. Ele sugere algumas medidas, como deixar o carro em casa para andar a pé ou então usar escadas ao invés do elevador.
Além disso, algumas tarefas domésticas, como limpar a casa, cozinhar e lavar a roupa, por exemplo, podem unir o útil ao agradável, garante o ortopedista. Brincar com os filhos, levar o cachorro para passear e dançar também também costumam ser boas soluções para quem quer levar uma vida mais saudável.
Enquanto usava o mouse para entrar na matéria, você já estava fazendo uma espécie de atividade física e nem sabia. Pelo menos é o que garante um estudo publicado recentemente pela revista "Medicine & Science in Sports & Exercise". A pesquisa diz que movimentos cotidianos, como dar banho em crianças, subir escadas, arrumar a cama, balançar as pernas, abrir a janela e cozinhar, podem ser considerados exercícios ou, como a própria publicação define, atividades físicas incidentais.
A publicação pode ser um alento para as pessoas que se exercitam pouco. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, o número de sedentários caiu de 29,4% em 2006 para 26,3% em 2008. Embora esteja em queda, esse valor ainda é considerado alto - e perigoso.
- O sedentarismo aumenta o risco para doenças cardiovasculares, a chance de uma pessoa desenvolver câncer e problemas ortopédicos - diz o médico do esporte Mauro Dinato, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Segundo a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), a pessoa deve praticar uma atividade física leve ou moderada ao menos cinco vezes por semana, com exercícios de duração de 20 minutos. Existe também a opção de atividades mais intensas, que pode ser feitas em três dias diferentes.
- Caminhada, musculação, hidroginástica, natação, ciclismo e vôlei podem ser consideradas atividades leves ou moderadas. Já corrida, ginástica aeróbica, futebol, basquete e tênis, por exemplo, entram como vigorosas. Mas é importantíssimo salientar que, dependendo do ímpeto aplicado pelo seu praticante, a caminhada pode ser vigorosa e o futebol pode ser leve - acrescenta o médico.
Mauro, por sua vez, vê cabimento no estudo e diz que é possível que movimentos cotidianos possam ser considerados atividades físicas. Para isso, algumas comodidades da vida moderna precisariam ser deixadas de lado. Ele sugere algumas medidas, como deixar o carro em casa para andar a pé ou então usar escadas ao invés do elevador.
Além disso, algumas tarefas domésticas, como limpar a casa, cozinhar e lavar a roupa, por exemplo, podem unir o útil ao agradável, garante o ortopedista. Brincar com os filhos, levar o cachorro para passear e dançar também também costumam ser boas soluções para quem quer levar uma vida mais saudável.
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